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PARA MELHORAR O AMBIENTE DE NEGÓCIOS MOÇAMBIQUE PRECISA ACELERAR O PROCESSO DE REFORMAS

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Rogério Samo Gudo disse que, fazendo uma conjugação entre a classificação no ranking Doing Business 2017 e a perspectiva da “Distância Até a Fronteira”, pode-se afirmar que a queda de Moçambique significa deterioração do ambiente de negócios no País.
Para ele, esta conjugação mostra que, para além da queda no ranking, Moçambique afasta-se das boas práticas na facilitação de negócios, na perspectiva da “Distância Até à Fronteira”, em três indicadores e manteve em quatro indicadores.
“O País não deve, apenas, concentrar-se no Doing Business. Deve sim, ter sua própria agenda em linha com as suas especificidades que levarão à resolução de problemas que permitam a melhoria no Doing Business. O diálogo público-privado deve continuar a ser um instrumento válido na medida em que apresenta o leque dos constrangimentos aos negócios que, removidos, o ambiente de negócios pode melhorar”, sublinhou Rogério Samo Gudo, para quem “o Doing Business não deve ser o único fim, dadas as suas limitações, pois não capta todas as reformas que são feitas internamente e que contribuem, positivamente, para o florescimento e desenvolvimento de negócios”.

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