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Banco Mundial garante apoio ao Sector Privado

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O Director Executivo do Banco Mundial efectuou esta semana, uma visita de dois a Moçambique, onde manteve encontros com representantes de instituições públicas e privadas. Com a CTA, na qualidade de representante do Sector Privado em Moçambique, Andrew Bvumbe reuniu-se com o Conselho Directivo Alargado aos Presidentes dos pelouros da CTA, no qual garantiu apoio ao sector privado mormente no sector agrícola de modo a transformar a agricultura de subsitência em agricultura comercial. Este desiderato também constitui uma das grandes apostas da actual Direcção da CTA.

Entre as várias áreas que o Director Executivo do Banco Mundial garantiu apoiar o Sector Privado Moçambicano, está a agricultura, sobretudo a agricultura de subsistência de modo a transformá-la em agricultura comercial, aumentando os níveis de produção e produtividade. “Moçambique precisa de sair da agricultura de subsistência para a mecanizada”, frisou Andrew Bvumba, destacando igualmente o apoio ao sector privado dado o seu papel na indústria extractiva. “A indústria extractiva será parte dos nossos programas que até estão a caminhar a bom ritmo. Temos um pacote de ajuda para os próximos três anos”, revelou Andrew Bvumba, à saída do encontro com a Direcção da CTA.
O sector financeiro também foi passado em revista, tendo em vista a necessidade do restabelecimento da confiança dos investidores e do ambiente macroeconómico.
Um dos maiores desafios dos produtores prende-se com a falta de ligação com o mercado devido à precariedade das vias de acesso que dificultam o escoamento de produtos agrícolas. Para responder a este desafio, Andrew Bvumbe referiu que o BM tem um acordo com o Governo Moçambicano para construção de estradas ligando os locais de produção e os mercados.
Segundo o Presidente da CTA, Agostinho Vuma, o Banco Mundial mostrou-se disponível à solicitação de financiamento de um estudo sobre agricultura comercial em Moçambique. E, sobre este assunto, a CTA vai trabalhar com a IFC – Internacional Finance Coproration, braço financeiro do BM para a sua materialização.

Sobre o Doing Business
Versando sobre o ambiente de negócios, Andrew Bvumbe disse que em Moçambique, as reformas são feitas lentamente, sendo por isso necessário acelerar o passo de modo a remover os obstáculos, sobretudo ligados a burocracias. Sugeriu que sejam feitas as mudanças necessárias visando a melhoria do ambiente de negócios e por conseguinte melhorar a posição do País no “Doing Business”, uma classificação feita pelo Banco Mundial. No relatório mais recente, Moçambique está na 137ª posição de um conjunto de 190 países.
Em dois anos, Moçambique recuou oito posições no estudo, que, na sua última edição, concluiu ter havido uma regressão em quase todos os aspectos analisados.
Para o Presidente da CTA, Agostinho Vuma, CTA, a burocracia tem estado entre os principais desafios do sector privado. Na análise das três principais variáveis do ambiente de negócios, nomeadamente o tempo, procedimentos e custos, Agostinho Vuma referiu que o principal problema de Moçambique está mais ligado ao número de procedimentos e custos associados para fazer negócio, sendo que na variável custo a questão é mais crítica.
Em termos específicos, disse que os grandes problemas estão relacionados com a abertura de empresa, obtenção do crédito, obtenção de electricidade, execução de contratos, protecção de investidores minoritários e resolução de insolvência.
Sobre estes aspectos, o Presidente da CTA acredita que o apoio do Banco Mundial será fundamental para melhorar o ambiente de negócios no País.

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